Bandas

 
  Rush

A banda canadense Rush surgiu em 1969. A primeira formação da banda contava com o baixista e vocalista Geddy Lee, o guitarrista Alex Lifeson e o baterista John Rutsey, companheiros de escola. Esta formação tocava covers de bandas de hard rock como Led Zeppelin e Cream no circuito de clubes de Toronto. O nome Rush foi sugerido pelo irmão do baterista John Rutsey.

Em 1974, não tendo conseguido apoio de gravadoras, lançaram de forma independente seu primeiro disco. Rush é um excelente álbum de hard rock, o que o torna o preferido de alguns fãs.  Logo após a gravação do primeiro álbum o baterista John Rutsey saiu da banda, alegando diferenças musicais e possíveis problemas de saúde, sendo substituído pelo lendário Neil Peart. Desde então a formação da banda não mudou. A repercussão do primeiro álbum independente nas rádios americanas chamou a atenção da gravadora Mercury.

Em 1975, no segundo álbum, Fly By Night, o Rush finalmente começou a definir o estilo que a acompanharia, afastando-se do hard-rock-blues zepelliniano e passando a fletar com o progressivo em arranjos e principalmente letras mais complexas. A banda chegaria ainda mais próxima do progressivo a partir do terceiro álbum, ainda no mesmo ano, Caress of Steel, conceitual. O sucesso comercial só viria realmente em 1976 com a gravação de 2112 que tornou a banda mundialmente conhecida. No mesmo ano saiu o seu primeiro registro ao vivo, All The World is a Stage. 
Em 1977, a Farewell to Kings refletiu uma mudança semelhante de maturidade na parte musical da banda. Curiosamente um dos temas abordados, Cygnus X-1, seria citado posteriormente em vários outros álbuns, principalmente em Hemispheres de 1978, considerado por muitos seu melhor e último grande trabalho conceitual.

O álbum Permanent Waves, lançado em 1980, traz o primeiro grande hit da banda, Spirit of Radio. Ainda no mesmo ano, Moving Pictures vem confirmar esta fase com a música Tom Sawier. Esta fase de ótima aceitação da banda por parte do grande público foi fechada com mais um excelente registro ao vivo, Exit Stage Left. Os próximos álbuns, Signals e Grace Under Pressure, de 82 e 83 respectivamente, trazem uma tentativa da banda de modernizar seu som, incluindo sintetizadores nos arranjos e abordando temas futuristas. Em 1985, Power Windows e Hold Your Fire, de 1987, mantém este caminho. Em 1988 foi lançado o álbum ao vivo Show Of Hands. Nos álbuns a seguir a banda tentou resgatar um pouco de sua sonoridade antiga, optando por reduzir o uso de equipamentos eletrônicos.

0Em 1990, a tentativa de simplificar o som resultou em uma produção aparentemente ruim e os álbuns Presto, Roll The Bonés, de 1991, e Counterparts, de 1993, não tiveram uma recepção calorosa por parte dos fãs antigos. 
Em 1996 o Rush lançou o álbum Test For Echo, bastante aplaudido pela crítica e público. No ano seguinte, saíram as coletâneas Retrospective Vol 1 e Retrospective Vol 2, cada uma delas abrangendo os grandes sucessos do grupo lançados entre 1974 até 1987. Em 1998, a banda lançou o triplo ao vivo "Different Stages" e, em 2002, o inédito "Vapor Trails". Nesse mesmo ano, o Rush veio ao Brasil, onde realizou apresentações memoráveis.

No ano de 2003 o público pode conferir no disco “Rush In Rio” a performance ao vivo da banda, em um show realizado no estádio do Maracanã, em 2002. No álbum estão presentes os maiores sucessos da carreira. Um ano depois, o Rush estava de volta comemorando os 30 anos de estrada, com o álbum “Feedback”, composto por covers de grandes nomes do cenário rock’n’roll da década de 60. Músicas como “Summertime Blues”, do Blue Cheer e “What It’s Worth”, de Stephen Still são alguns dos destaques do disco.
Em 2005, o grupo canadense ganhou um CD tributo, intitulado “Subdivisions”. O disco reúne os principais hits da carreira, interpretados por artistas de Hard Rock e Heavy Metal.

 


RÁDIO UNIFEV FM
FREV - Fundação Rádio Educacional de Votuporanga

13/01/2006 - 09h05min