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:: Plebe Rude

Diz a história que a Plebe Rude formou-se em 1981 quando André Muller e Philippe Seabra se conheceram dentro de um ônibus.  Logo Chamaram Gutje, para a bateria e vocal e como trio passaram a ensaiar, mas já nos primeiros ensaios eles viram que precisavam de um vocalista, pois Gutje não tinha fôlego para tocar a bateria e ainda cantar. Eis que eles chamam para o vocal Jander Bilapha que costumava sempre acompanhar os ensaios da banda. Por um pequeno período a Plebe Rude chegou a contar com duas garotas nos backings vocals, Marta Detefon e Ana Galbinsk, mas devido o sucesso feito à época pela Blitz (“Você Não Soube Me Amar”), que contava com duas backings vocals e para não ter nenhuma futura comparação com a banda carioca, os plebeus resolveram tirar as garotas da banda.
Com apresentações avassaladoras lembrando muito a banda punk inglesa The Clash, a Plebe Rude chamava muita atenção por onde passava. Tocaram em todas as danceterias importantes do eixo-Rio São Paulo e ainda no legendário Circo Voador. E numa destas apresentações no Circo Voador conheceram Herbert Viana, que haviam tirado um sarro na música “Minha Renda”. No principio, dizem as más línguas que o encontro entre os plebeus e Os Paralamas foi tenso, mas logo as desavenças foram deixadas de lado e Herbert da a partir daquele momento tornou-se um dos que mais ajudaram a Plebe a estourar nacionalmente.
O primeiro disco da Plebe Rude foi gravado, em 1985, “O Concreto Já Rachou”, um mini LP de 7 faixas produzido por quem? Isso mesmo acertou, “Herbert Viana”. Este disco traz grandes hits como “Proteção”, “Minha Renda” e o hino “Até Quando Esperar”. Com este álbum a Plebe Rude alcança o sucesso em todo país, e ganhou disco de ouro com mais de 200.000 cópias vendidas.
Em 1987 os plebeus entram em estúdio, novamente produzidos por Herbert Viana, e fazem “Nunca Fomos Tão Brasileiros”. Este álbum traz músicas ainda dos bons tempos de Brasília. Mas com a censura imposta à música “Censura”, o grande fato deste disco, a banda entra em atrito com a gravadora. O álbum não alcançou à mesma vendagem do primeiro (foram 90.000 cópias). Mas mesmo assim a Plebe Rude mostrava todo seu vigor e que definitivamente era uma das grandes bandas do rock nacional.
Em 1989, depois do lançamento de “Plebe Rude três”, um disco diferente de tudo o que a banda tinham feito. As coisas tomam outro rumo, e nem fãs nem críticos entenderam muito bem este conceito. Internamente as coisas também não iam muito bem, pois Jander deixava a banda e meses depois foi a vez de Gutje pedir as contas. Mas, coma nada e ninguém é insubstituível, Phillippe Seabra e André Muller resistem, e lançam em 1992, por uma gravadora independente, o disco “Mais Raiva do que Medo”, um bom disco, mas já não existia muito a essência da antiga Plebe Rude. Em 1994 Philippe e André fazem o último show da Plebe. Depois de muita resistência, do que restou da banda, Por mais cruel que fosse, a banda não resistiu e acabou.
Deixando muito de seus fãs órfãos de seus ídolos, mas como os boatos de que seus integrantes poderiam voltar à ativa eram muitos. Em 1997 a Gravadora EMI soltou um CD com uma coletânea intitulada “Portofolio”, e a tiragem de 5.000 cópias se esgota rapidamente. O público mostrava cada vez mais que gostaria de ver novamente reunida uma das bandas mais contestadoras do país. Até que o grande momento chegou, em 1999, para a felicidade da nação, a Plebe volta com sua formação original para um show histórico no festival Porão do Rock em Brasília.
Em 2000 foi lançado o primeiro CD ao vivo da Plebe Rude. “Enquanto a Trégua Não Vem”, novamente com a produção de quem? Acertou dinovo, “Herbert Viana”, que traz o melhor da Plebe em uma performance memorável, com todos os clássicos.
As últimas informações que se tem da banda, é que em 2001 eles comemoraram 20 anos de existência. Atualmente não sabemos nenhuma novidade sobre os caras, mas, esperamos que eles possam voltar à ativa e dar novamente o ar da graça, continuando a agradar a imensa massa de fãs............


 

 

 


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17/06/2005 - 14h39min
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